A Reforma Tributária chega com a promessa de simplificar impostos via IVA dual (CBS + IBS), mas cria uma divisão invisível porém decisiva: empresas que já reestruturaram processos fiscais com tecnologia contra aquelas presas a planilhas, ERPs desintegrados e parametrização manual.
Não se trata apenas de trocar alíquotas. É sobre nascer correto: cada operação fiscal agora exige enquadramento imediato pela LC 214, reportagem em tempo quase real via mensageria de eventos, e integração perfeita entre ERP, financeiro e Fisco. Sem automação, créditos ficam condicionados ao pagamento real do fornecedor, juros/multas exigem documentos específicos, e conciliações manuais entre apuração assistida e sistemas internos viram campo minado para autuações, glosas e retificações em massa.
O Fisco já opera com cruzamento automático de dados, algoritmos e Nuvem Soberana. Empresas que não ajustarem cadastros de produtos, mapearem operações sob novos códigos e implementarem governança de dados fiscais enfrentarão um "labirinto fiscal" justamente quando a lei prometia simplificação.
Entre 2026-2032, convivência entre SPED tradicional e novo modelo de apuração assistida definirá campeões e perdedores. Na Vottax, posicionamos clientes industriais para transformar Reforma Tributária em vantagem competitiva: mapeamento LC 214, ajuste de ERPs (SAP e similares), integração fiscal-financeira e automação que reduz contingências enquanto maximiza créditos.
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